Ah, esses seres curiosos em suas falas ramificadas, sinuosas, sutis, com seus peculiares movimentos de mãos e cabelos, suas doces e suaves dores femininas.
Quem poderá prever quando serão trêmulas ou da mais admirável valentia, quem saberá a cor de suas flores, e como regá-las?
Nós, mecanicistas, tentamos agrupar, encaixar, criar um modelo e dar nexo ao funcionamento de suas peças intangíveis, multifacetadas.
Que universo rico de poesia escrita em origami, de coisinhas miúdas e antigas, de delicadezas coloridas.
Mulher, seu mais importante é o que há de menor.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
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